Por Maurício Nogueira
O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), reforçou nesta quarta-feira (27) que a Casa deve dar prioridade para votação da reforma administrativa, mas negou que o avanço do texto tenha intenção de prejudicar funcionários públicos. “Nosso intuito não é perseguir servidor. Servidor é parte da solução, nunca do problema. A única coisa que vamos perseguir é a maior eficiência do Estado”, declarou Motta. O posicionamento fez parte de discurso durante lançamento da agenda do Pacto Contra a Fome, realizado na Câmara, e também foi compartilhado pelo político em redes sociais.
O tom das publicações foi para confirmar que a proposta que atualiza a estrutura da administração pública terá prioridade nas votações da Câmara.
Uma mudança ligada a forma de organização é vista como aposta para a redução de gastos, mas tem sido indagada por servidores para não fragilizar a máquina pública.
Nas palavras de Motta, uma modernização é urgente e vai destravar um assunto estacionado no Congresso. “Sempre tratada como promessa, nunca como realidade. Aqui na Câmara a gente resolveu mudar essa história e colocamos a Reforma Administrativa como a reforma das reformas. O Estado brasileiro não pode ser uma máquina que gira em torno de si mesma“, destacou.
Como próximos passos, Motta confirmou uma discussão ligada ao texto para o próximo 3 de setembro, no plenário da Câmara. A ideia é abrir espaço para debate das mudanças dentro de uma comissão geral, que permite a participação de todos os deputados.
O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, afirmou que a Casa dará prioridade à votação da reforma administrativa, mas negou que a proposta tenha a intenção de prejudicar os funcionários públicos.
Hugo Motta declarou que “nosso intuito não é perseguir servidor. Servidor é parte da solução, nunca do problema”. Ele enfatizou que a única busca é pela maior eficiência do Estado.
As declarações de Motta foram feitas durante o lançamento da agenda do Pacto Contra a Fome, realizado na Câmara, e também foram compartilhadas por ele em redes sociais.
A proposta de reforma administrativa tem como objetivo atualizar a estrutura da administração pública e é vista como uma aposta para a redução de gastos. No entanto, servidores expressaram preocupações sobre a possibilidade de fragilizar a máquina pública.
Motta destacou que a modernização é urgente e que a reforma administrativa deve ser tratada como “a reforma das reformas”, afirmando que o Estado brasileiro não pode ser uma máquina que gira em torno de si mesma.
Ele confirmou que haverá uma discussão sobre o texto da reforma no próximo dia 3 de setembro, no plenário da Câmara, com a intenção de abrir espaço para o debate das mudanças em uma comissão geral que permitirá a participação de todos os deputados.