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DF gera 21,3 mil empregos com carteira assinada no primeiro semestre

Nos primeiros seis meses do ano, foram 206,3 mil contratações e 185 mil desligamentos. Em junho, saldo positivo é de 2,7 mil. País supera um milhão de vagas formais em 2023

Redação
Por: Redação Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
29/07/2023 às 17h06 Atualizada em 29/07/2023 às 20h23
DF gera 21,3 mil empregos com carteira assinada no primeiro semestre
Total de pessoas com carteira assinada é o maior da série histórica iniciada em 2002: 43,4 milhões - Foto: Marcelo Camargo (Ag. Brasil)

ODistrito Federal acumula um saldo positivo de 21,3 mil vagas de trabalho com carteira assinada nos primeiros seis meses de 2023. No período, houve 206,3 mil admissões e 185 mil desligamentos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira, 27/7, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

No mês de junho, o saldo também foi positivo na capital federal, de 2,7 mil vagas, a partir de 33,3 mil contratações e 30,5 mil dispensas. Levando em conta os últimos 12 meses, o Distrito Federal registra um saldo de 38,1 mil empregos com carteira assinada. No período, foram 407,3 mil  admissões e 369,2 mil dispensas. 

O DF teve saldo positivo nos cinco grupos econômicos avaliados pelo Novo Caged em junho de 2023. O destaque no mês foi o setor de Serviços, com 19,1 mil admissões e 17,3 mil desligamentos, saldo de 1.777. Na sequência aparecem a Construção (saldo de 637), o Comércio (304), a Indústria (23) e a Agropecuária (2).

BRASIL — Nos primeiros seis meses de 2023, o Brasil teve um saldo de mais de um milhão de empregos criados com carteira assinada. Entre janeiro e junho, houve 11,9 milhões de contratações e 10,8 milhões de demissões registradas, saldo de 1,02 milhão. 

Com isso, o Brasil chega a um total de 43,4 milhões de pessoas no mercado formal, o maior valor já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020).

Em junho, o saldo foi de 157 mil postos formais, com variação positiva em 24 dos 27 estados e nas cinco regiões do país. O país contabilizou 1,91 milhão de admissões e 1,75 milhão de demissões no período. Levando em conta os últimos 12 meses, o saldo positivo é de 1,6 milhão de vagas criadas. 

Dados sobre o saldo de empregos com carteira assinada em junho de 2023, por região
Dados sobre o saldo de empregos com carteira assinada em junho de 2023, por região - Fonte: Novo Caged / MTE

O maior crescimento do emprego ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 76,4 mil postos formais — destaque para a área de "Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas", com saldo de 40 mil postos. A Agropecuária foi o segundo maior gerador de postos no mês, com 27,1 mil empregos gerados, favorecido pelo cultivo de laranja, em especial no estado de São Paulo, e de soja.

A Construção Civil veio em seguida, gerando 20,9 mil postos, com destaque para obras de infraestrutura, acompanhada pelo setor do Comércio (saldo de 20,5 mil postos). A Indústria gerou 12,1 mil vagas com carteira assinada no mês. 

REGIÕES — No recorte regional, o Sudeste lidera em número de vagas formais em junho: 76 mil. Os destaques ficam com São Paulo (36,4 mil empregos formais), Minas Gerais (25,5 mil) e Rio de Janeiro (13,4 mil). Os três são os estados com maior variação positiva do país em junho. No recorte dos seis primeiros meses do ano, o saldo no Sudeste é de 525 mil empregos, ou mais da metade das vagas formais criadas no país. 

O Nordeste registrou 33,6 mil vagas de saldo em junho, números puxados por Bahia (8,3 mil), Ceará (6,5 mil) e Pernambuco (5,3 mil). No Centro-Oeste, o saldo positivo é de 21,5 mil vagas nos primeiros seis meses do ano, sendo que 10,6 mil tiveram registro em Mato Grosso. No Sul, foram 9,5 mil vagas de saldo e protagonismo do Paraná, com 7,8 mil vagas. Já na Região Norte, o acumulado foi de 14 mil novas vagas, quase metade delas no Pará (6,8 mil).

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