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É preciso quebrar a barreira da vergonha e do medo e denunciar a violência contra a mulher

Alerta foi dado em carreata do “Agosto Lilás” no Jardim Ingá, com presença da Sedfgo que pretende encorajar as vítimas a procurarem rede de apoio

Redação
Por: Redação Fonte: Comunicação Setorial - Secretaria do Entorno do Distrito Federal de Goiás
17/08/2023 às 14h45 Atualizada em 17/08/2023 às 16h40
É preciso quebrar a barreira da vergonha e do medo e denunciar a violência contra a mulher
Foto: Divulgação

A Secretaria do Entorno do Distrito Federal (Sedfgo) participou nesta segunda-feira (14) da carreata “Agosto Lilás” no Jardim Ingá, contra a violência doméstica e familiar. A ação reuniu autoridades, Patrulha da Mulher, Polícias Militar e Civil e a comunidade para mais um alerta dentro do mês que marca a criação da Lei Maria da Penha. No evento, a secretária da Sedfgo foi representada pela gerente de apoio administrativo e logístico, Laodicéia Dourado.

“É inadmissível que ainda existam casos de mulheres agredidas apenas pelo fato de serem mulheres. Por isso, estamos apoiando ações que pretendem levar a informação de que a denúncia é o caminho da mulher se proteger e de proteger a família. Existe uma rede de apoio e acolhimento”, reforçou Caroline Fleury.

A ação levou informação, apoio e acolhimento por parte da Prefeitura, das Polícias Civil e Militar, bem como da Delegacia e do Centro de Atendimento à Mulher Vítima de Violência (DEAM e CEAM). A gerente Laodicéia Dourado parabenizou a iniciativa de realizar o evento ao ar livre, nas ruas. 

“Quando as mulheres se sentem apoiadas e veem que no município tem uma rede de mulheres que está ali, de porta abertas, para recebê-las, elas se encorajam, se sentem mais seguras para fazer a denúncia”, detalhou. “O nosso dever é levar a informação e encorajar as mulheres a acionarem as redes de apoio”, finalizou.

A coordenadora do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM), Juliana Roriz, explicou que os dois principais fatores que inibem as mulheres de procurarem ajuda são a vergonha e o medo. Para ela, além de mostrar que existe uma rede de proteção é importante dividir as histórias de agressão e superação, para que as vítimas consigam quebrar essas barreiras.

“Mostrar esse amparo para a sociedade faz com que a mulher reflita e se sinta segura. Faz com que o homem também reflita e repense os seus conceitos sobre amor, sobre como tratar uma mulher”, concluiu a coordenadora.

 

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