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Persona non grata: decisão de Israel sobre o chefe da ONU após ataque do Irã ao país

Ministro das Relações Exteriores israelense acusou António Guterres de apoiar 'terroristas, estupradores e assassinos' e o declarou “pessoa não bem vinda”

Redação
Por: Redação
02/10/2024 às 09h48 Atualizada em 02/10/2024 às 10h16
Persona non grata: decisão de Israel sobre o chefe da ONU após ataque do Irã ao país
Foto: ONU / Mark Garten

Israel declarou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, “persona non grata” nesta quarta-feira, 2, o proibindo de entrar no país. A decisão foi anunciada pelo ministro das Relações 

Exteriores israelense, Israel Katz, como uma forma de protesto contra a ONU por não ter condenado o ataque do Irã com mais de 180 projéteis contra Israel, nesta terça-feira, 1º. 

“Um secretário-geral que dá apoio a terroristas, estupradores e assassinos do Hamas, Hezbollah, Houthis e agora do Irã – a nave-mãe do terror global”, disse Katz, acrescentando que Guterres será lembrado “como uma mancha na história da ONU”. 

Em outubro do ano passado, Guterres condenou o ataque do grupo terrorista Hamas a Israel, mas irritou os israelenses ao afirmar que “é importante também reconhecer que os ataques do Hamas não aconteceram no vácuo. O povo palestino foi submetido a 56 anos de ocupação sufocante.” 

“Israel continuará a defender seus cidadãos e a manter sua dignidade nacional, com ou sem António Guterres“, completou Katz. 

 

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