Sexta, 10 de Julho de 2026
16°C 27°C
Brasília, DF
Publicidade

Após assinatura de acordo, sem representantes de Israel e do Hamas, Trump diz que reconstrução começa agora

Presidente dos EUA defendeu desmilitarização do Hamas; documento foi assinado durante cúpula internacional sobre o acordo de paz, organizada pelo Egito

Redação
Por: Redação
13/10/2025 às 15h55 Atualizada em 13/10/2025 às 16h06
Após assinatura de acordo, sem representantes de Israel e do Hamas, Trump diz que reconstrução começa agora
Reprodução / Rede Social

Por Maurício Nogueira

Mediadores do Egito, Catar e Turquia assinaram nesta segunda-feira (13) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um documento sobre o acordo de cessar-fogo em Gaza. O detalhe é que nem representante de Israel e do Hamas assinaram o acordo, ou estiveram presentes.  O documento foi assinado durante uma cúpula internacional sobre o acordo de paz, organizada pelo Egito, em Sharm El-Sheikh, no Mar Vermelho. Trump declarou que o período de guerra chegou ao fim e que a reconstrução de Gaza começa agora. O republicano lamentou a morte de diplomatas durante o conflito, agradeceu o papel dos mediadores e elogiou a atuação de outros países que contribuíram para o avanço das negociações.

O republicano defendeu a desmilitarização do Hamas e destacou que, com o acordo, foi possível evitar uma nova guerra em escala global. Segundo ele, o retorno dos reféns e o avanço nas operações de recuperação de corpos simbolizam a realização do que muitos consideravam impossível.

"Ninguém pensou que poderiam acontecer com o acordo histórico que acabamos de assinar. As orações de milhões finalmente foram atendidas. Como você sabe, os reféns foram devolvidos, e o trabalho continua em relação, infelizmente, aos corpos. Juntos, alcançamos o que todos diziam ser impossível, finalmente temos paz no Oriente Médio", afirmou Trump.

Nesta segunda-feira (13), o Hamas concluiu a libertação dos reféns vivos que eram mantidos na Faixa de Gaza. O processo ocorreu em duas etapas: a primeira envolveu sete pessoas e a segunda, outras 13.

Os corpos de 28 reféns que morreram em cativeiro também foram entregues pelas autoridades do grupo. Israel repassou 20 reféns ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha, como parte das medidas previstas no acordo.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários