
Moradores de Santa Maria, no Distrito Federal, ganharão nova linha de ônibus a partir desta segunda-feira (23). De acordo com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), uma nova rota para o Gama será criada e outros itinerários terão alterações.
A nova linha, a 251.6, passará pelo terminal do BRT da região, pela Avenida dos Alagados, pelo Residencial Santos Dumont, até a Rodoviária do Gama. A ideia, segundo a pasta, é evitar percursos mais extensos como os anteriores, que percorriam os setores oeste e leste da região.
De acordo com a Semob, serão 26 viagens nos dias úteis e 12 aos sábados. Além disso, as linhas 251.7, 251.8, 020.2 e 3308 sofrerão mudanças a partir desta segunda.
Confira as mudanças
Alteração de rota:
Linha 251.7 – Terminal BRT/Av. Alagados/Gama (setores sul e oeste)/Rodoviária do Gama: passará a atender somente os setores sul e oeste e a Rodoviária do Gama.
Linha 251.8 – Terminal BRT/Av. Alagados/Gama (setor leste)/Rodoviária do Gama: passará a atender somente o setor leste e a rodoviária do Gama.
Novos horários:
Linha 020.2 – Santa Maria (Residencial Santos Dumont)/Gama Leste-Oeste-Sul: ganhará viagens aos domingos para atender quem reside nas proximidades da Avenida Santa Maria e quer se deslocar para o Gama.
Linha 3308 – Terminal do BRT/Av. Alagados/DF 290/Porto Seco: ganhará viagens para atender os passageiros do Polo JK, que trabalham aos domingos e feriados. A linha também vai operar com mais horários aos sábados e nos dias úteis
Reajuste da tarifa técnica
Na exta-feira (20), a Justiça do Distrito Federal suspendeu o reajuste na tarifa técnica de empresas de ônibus da capital. Em outubro, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) aumentou em R$ 220 milhões o valor repassado às companhias.
De acordo com a decisão liminar (urgência), da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, fica vedado qualquer repasse de valores em favor das empresas de ônibus da capital.
A Justiça atendeu o pedido movido por meio de uma ação popular. De acordo com o processo, as portarias que autorizam as tarifas em favor das empresas "são ilegais, porque foram editadas sem que tenha sido realizado qualquer estudo de impacto orçamentário financeira, o que gerará aumento considerável de gasto público, e em consequência danos erário".